RETOMADA, COBRANÇAS, AUTOCRÍTICA E EVOLUÇÃO: REFORÇO DE 2017 ANALISA DOIS MESES DE GALO

Felipe Santana vê progressão do futebol e destaca apoio recebido no Atlético

São apenas seis jogos na temporada. Pouco, ainda mais para um atleta que vinha de seis meses parado. Um dos reforços do Atlético para 2017, Felipe Santana tenta retomar a carreira. Nas primeiras partidas, ele deixou um sentimento de desconfiança na torcida. Em meio a cobranças do torcedor, o zagueiro também faz sua autocrítica.

Titular no jogo passado, contra o Tupi, na vaga de Leonardo Silva, poupado da partida, Felipe Santana teve boa atuação, mas sabe que precisa muito mais para ganhar a confiança do atleticano.

“Posso melhorar em tudo. O ser humano tem que buscar evolução permanentemente e eu não sou diferente. Costumo dizer que meu melhor amigo e meu pior inimigo sou eu mesmo. Me cobro muito. Meu passado me tornou assim. Tento ajudar ao máximo, à vezes, vou errar, como já errei. Tudo tem um tempo. Sabia que necessitaria desse tempo para melhorar, mas as coisas estão começando a caminhar.”
Felipe Santana, revelado pelo Figueirense, passou oito anos na Europa, onde jogou por Borussia Dortmund (ALE), Schalke 04 (ALE), Olympiacos (GRE) e Kuban Krasnodar (RUS). Em julho do ano passado, decidiu dar uma pausa na carreira. Foi para Florianópolis e fez um trabalho de recuperação física e mental por seis meses.

Apresentado pelo Atlético no dia 10 de janeiro, o defensor estreou pelo time no dia 28 daquele mês, na vitória por 1 a 0 sobre o América de Teófilo Otoni. O desempenho no jogo seguinte, contra o Cruzeiro, foi alvo de questionamentos. Ele afastou mal um lançamento e deixou Arrascaeta na cara do goleiro Giovanni. O cruzeirense marcou o único gol do clássico.

Depois disso, Felipe Santana observou uma evolução com a camisa alvinegra. Ele só lamenta que o ritmo do crescimento não seja o desejado. “Eu venho evoluindo. Apesar da cobrança, não só pessoal, mas também dos torcedores, a minha evolução vem sendo constante, apesar de lenta, o que me irritou um pouco. Tenho um auxílio extraordinário de jogadores e comissão técnica. Isso vem me dando muita segurança.”

Fonte:uai.com

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