DEDÉ E RANIEL SALVAM NOITE DO CRUZEIRO E VIRAM OPÇÕES DE MANO PARA O CLÁSSICO DE DOMINGO

Atuações do zagueiro e do atacante agradaram ao treinador e à torcida

 

A magra vitória do Cruzeiro sobre a Chapecoense, na noite desta quarta-feira, no Mineirão, pela ida das oitavas de final da Copa do Brasil, teve aspectos positivos e negativos. O placar de 1 a 0 deixa a decisão ainda aberta. A Chape vai jogar em casa, dia 1º de junho, e concentrada apenas na Copa do Brasil, já que a decisão do Catarinense e da Recopa Sul-Americana já vão ter passado, e o time tem poucas chances de avançar na Taça Libertadores. Por isso, toda a atenção dos catarinenes estará nesta partida.

Além disso, a Chapecoense entrou em campo com apenas um titular nesta quarta-feira: o volante Andrei Girotto, que não poderá jogar domingo, contra o Avaí, na segunda partida da final do estadual. Portanto, o Cruzeiro perdeu uma boa chance de construir um placar mais elástico, mesmo jogando com cinco jogadores reservas, já que poupou Mayke, Léo, Hudson, Rafinha e Rafael Sobis, no começo da partida.

 

Nem tudo, porém, foi para se lamentar. As atuações de dois atletas encheram os olhos da torcida e do técnico Mano Menezes. O zagueiro Dedé e o atacante Raniel ganham força no elenco e passam a ser opções para as próximas partidas, até mesmo a finalíssima do Campeonato Mineiro, neste domingo, no Independência, diante do rival Atlético-MG.

Dedé mostrou todas as qualidades que fizeram dele um dos melhores zagueiros do Brasil em 2013 e 2014: segurança, velocidade, boa colocação e recuperação. Além disso, jogou com a seriedade de sempre. O Mito está totalmente recuperado das cirurgias que fez no joelho direito e que o deixaram fora de campo em 2015 e praticamente em todo o ano passado. Não será surpresa se ele roubar a vaga de Caicedo, domingo que vem, até porque o Cruzeiro precisa usar todas as armas para ficar com o título mineiro, e Dedé é muito bom no jogo aéreo, um dos pontos fortes do adversário.

A outra boa notícia da noite foi a atuação de Raniel. No seu sexto jogo como profissional, o terceiro como titular, marcou o primeiro gol com a camisa do Cruzeiro. E foi um golaço Mas a partida de Raniel não foi marcante apenas pelo gol. Ele saiu da área, buscou e abriu espaços, driblou, tentou jogadas e tabelas e mostrou personalidade incomum para um garoto de 20 anos. O garoto deixa as portas abertas para novas chances e renova a tradição cruzeirense de revelar bons atacantes nas categorias de base.

Fonte:globo.com

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