CRUZEIRO VENCE ATLÉTICO-MG E AMPLIA TABU SOBRE O RIVAL PARA SEIS CLÁSSICOS

Quando se trata de clássico, nenhum outro número agrada mais ao cruzeirense do que o seis, desde 2011. Número que o torcedor celeste vai poder usar para tirar onda com o amigo atleticano nas próximas semanas. Afinal de contas já são seis clássicos que o Cruzeiro não perde para o Atlético-MG. No primeiro duelo de 2017, a quarta vitória azul nesta sequência. Com gol de Arrascaeta a equipe celeste venceu por 1 a 0, pela primeira rodada da Primeira Liga.

Além de vencer o maior rival e ampliar a invencibilidade no clássico para seis partidas, o bom futebol apresentado diante do Atlético também deixou o cruzeirense satisfeito. Mesmo sem Thiago Neves e Lucas Silva, duas das grandes contratações para a temporada, o Cruzeiro foi sempre melhor do que rival. Portanto, um resultado inquestionável, acabando com o jejum de clássicos sem vitórias no Mineirão, que era de sete confrontos.

À vontade no clássico, Arrascaeta faz outro gol

Iniciando a terceira temporada pelo Cruzeiro, o meia Arrascateta já enfrentou o Atlético-MG em outras oportunidades. O jogador uruguaio mostra que está bem à vontade quando o jogo é diante do maior rival. Com o gol pelo duelo da Primeira Liga, Arrascaeta já tem três gols anotados em clássicos com o Atlético. Além de gols, o uruguaio coleciona assistências e boas atuações diante do rival alvinegro.

Felipe Santana sofre com a falta de ritmo

Após deixar o futebol russo, no meio de 2016, o zagueiro Felipe Santana ficou alguns meses sem jogar. O retorno ao futebol aconteceu na estreia do Atlético, no Mineiro, diante do América, de Teófilo Otoni. Ainda sem ritmo e três dias depois do primeiro jogo oficial após um período parado, o defensor mostra que ainda está sem ritmo. O gol do Cruzeiro deixa claro como Felipe Santana sofre para readquirir a forma técnica e física. O camisa 26 do Atlético errou o tempo de bola, deixando Arrascaeta sozinho com Giovanni. No segundo, uma nova falha e mais susto para os atleticanos, mas o Cruzeiro não aproveitou a chance.

Mano supera Roger no primeiro duelo de gaúchos

Com dois técnicos nascidos no Rio Grande do Sul, os clássicos entre Cruzeiro e Atlético vão ter um gostinho de Gre-Nal em 2017. No primeiro deles, melhor para Mano Menezes. O Cruzeiro foi muito melhor do que o Atlético, em todos aspectos. Abafa e controle do jogo até abrir o placar. Depois uma marcação eficiente com uma equipe postada para o contra-ataque. Não fosse as oportunidades perdidas pelos atacantes, o resultado poderia ser ainda melhor. Um ótimo alento para quem espera voltar a brigar por títulos nesta temporada.

Sem criar, Atlético apela para o lateral alçado na área

O Atlético trocou mais passes do que o Cruzeiro, mas quase sempre no campo de defesa. Com muita dificuldade para chegar perto da área adversária, o time alvinegro voltou a apelar para um velho recurso: bola alçada na área através da cobrança de lateral. Isso ocorreu em pelo menos cinco oportunidades, a primeira delas antes dos 15 minutos de jogo. Mas nada funcionou. Embora já mostre um melhor posicionamento em campo, o time de Roger Machado está muito longe do que espera a torcida alvinegra.

Duelo das torcidas foi o ponto alto da noite

É claro que o cruzeirense deixou o Mineirão muito mais satisfeito do que o atleticano. Mas se teve algo que agradou a todo mundo foi o duelo de torcidas, para ver quem cantava mais alto. Após quatro anos o clássico voltou a ter as duas principais torcidas do estado divididas meio a meio. Desde a abertura dos portões, por volta das 17h30, quando entraram os primeiros torcedores no estádio, já era possível ver a disputa de quem contaria mais. Nesse ponto, vitória do futebol mineiro.

Fonte:uol.com

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