ATLÉTICO-MG JÁ VIVE O CLIMA DA LIBERTADORES A DUAS SEMANAS DA ESTREIA

Falta pouco para o Atlético-MG estrear na Copa Libertadores. Daqui 15 dias o time alvinegro vai estar em campo para enfrentar o Godoy Cruz, em Mendonza, na Argentina. Embora a equipe tenha outros três compromissos até o primeiro jogo no torneio continental, no dia 8 de março, o clima na Cidade do Galo já é de Copa Libertadores.

Não é questão de menosprezar, mas os duelos com Democrata e Villa Nova, pelo Campeonato Mineiro, e Chapecoense, pela Primeira Liga, vão servir mesmo como ajustes finais para o time que vai entrar em campo na Argentina.

“É fortalecer tudo que a gente está conseguindo enxergar agora. Ter uma equipe, no ponto de vista físico, no melhor momento para o início da Libertadores. E treinar algumas alternativas que em alguns momentos da Libertadores a gente pode usar. Uma linha com cinco defensores, porque em muitos momentos você vai precisar, marcar a amplitude do campo. Tem que trabalhar os princípios do jogo e criar alternativas para as disputas fortes que teremos na Libertadores e no regional também”, disse o técnico Roger Machado, que sempre destaca importância da competição continental.

Preparativos que movimentam todo o clube. Se Roger Machado se preocupa com a montagem da equipe e implantação do sistema de jogo, outros profissionais trabalham em busca de informações dos rivais atleticanos na fase de grupo. Além do Godoy Cruz, o Atlético também tem a companhia de Libertad, do Paraguai, e do Sport Boys, da Bolívia, no grupo 6.

“A gente está atingindo um bom nível. São detalhes que falta para acertar e entrar forte. A estreia envolve ansiedade, mas temos um elenco com capacidade de força e conseguiremos fazer boa estreia”, disse o goleiro Giovanni, que foi inscrito pelo Atlético nas quatro edições anteriores da Libertadores, mas tem apenas dois jogos na competição, o primeiro na edição 2014, no triunfo por 1 a 0 sobre o Zamora-VEN, e o último na vitória por 3 a 0 sobre o Colo-Colo, no ano passado. Ambos no Independência e pela fase de grupos.

Quem também esteve nas quatro edições anteriores da Libertadores e vai estar em mais uma é o lateral direito Marcos Rocha. São 32 partidas pelo Atlético em quatro participações. Mais do que ele, apenas o goleiro Victor (37) e o volante Leandro Donizete (33).  Perto da quinta Libertadores, Marcos Rocha já conversa com os companheiros sobre a importância de fechar a fase de grupos com o primeiro lugar.

“Faltam duas semanas e é um jogo fora. O que puder passar de experiência vou tentar passar para fazer boa campanha. A liderança é algo importante”.

Fonte:uol.com

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